quarta-feira, 27 de julho de 2016

CANDIDATO A PREFEITO MENTE

É comum por esse Brasil a fora, nesses períodos em que se aproximam as eleições, candidatos apresentando pesquisas falsas para convencerem outros possíveis candidatos a desistirem das candidaturas e apoiá-los, ou para convencerem os eleitores de suas falsas possibilidades de sucesso. Em certa cidade da região tem alguns políticos que encomendaram pesquisas com resultados previamente determinados para se mostrarem fortes na possível disputa eleitoral. Houve um caso de um pré-candidato que não é mais nem pré, que se mostrava com cerca de 40% nas intenções de voto, que na pesquisa de outro pré candidato aparecia com menos de 3%. Houve o caso de um um pretenso candidato que contratou empresa de pesquisa de cidade bem distante, cheia de processos na justiça, e a pesquisa lhe dava cerca de 18% de intenção de voto quando na realidade não passa de 3% na outra pesquisa de outro concorrente. Há o caso de um que se dizia candidato fazia um montão de reuniões garantindo que não estava inelegível e na hora "h" indicou outra pessoa para o seu lugar por conta de sua inelegibilidade que todo mundo já sabia antes, e assim tenta chegar ao poder de forma politicamente ardilosa. Há nesse universo eleitoral todos os tipos de estelionato, cada um com as suas peculiaridades e a justiça eleitoral precisa estar atenta para que o povo não seja iludido por malandros de casaca que só querem as chaves do cofre público em suas mãos. é bom ficar de olho vivo.

NO CAIXÃO SÓ CABE O CORPO

Tenho permanecido a maior parte dos meus dias em São José dos Campos, por conta de alguns compromissos, mas sempre que possível volto à Caraguá, onde mantenho o meu principal domicílio, e revejo os amigos, além de deliciar-me com o clima mais quente neste período de temperaturas baixas. As cidades de praia sempre são menos frias e isso provoca a sensação de bem estar.
Como a minha vivência no litoral esteve sempre ligada a atividades políticas, tenho que dar atenção às abordagens de sempre, quando nas ruas, as pessoas me perguntam sobre temas de natureza política. Ás vezes a abordagem é inteligente, em outras não, mas faz parte da vida de quem gosta de política dar atenção a todos, mesmo que não seja candidato e nem esteja em campanha. As pessoas precisam dessa atenção e das informações que lhes possam ajudar a entender melhor o mecanismo do poder.  Um dia desses fui abordado por um cidadão que conseguiu abalar as minhas convicções com uma conversa sem pé nem cabeça, ainda mais vinda de alguém com formação superior, que teve acesso ao conhecimento acadêmico.
Ouvi o seguinte: “Você está com negócios em São José dos Campos, vai ganhar dinheiro por lá?”
Respondi que não era esse o motivo, mas alguns negócios meus que precisavam de mais atenção por ora e por isso eu permanecia mais tempo no Vale, e também porque voltei a estudar.
Insistiu ele na ideia de que eu estaria buscando ganhar dinheiro, e eu lhe respondi que Caraguá também é um bom lugar para se investir, até porque os imóveis que tenho na cidade valorizaram bastante.
Ouvi de volta a frase mais infeliz: “ Então você tem que agradecer o prefeito atual porque o seu patrimônio valorizou  em razão da gestão valorizadora do prefeito”.
E prosseguiu: “Eu não gosto do prefeito, mas tenho que tirar o chapéu para a sua capacidade de administrar”.
Olhei aquilo tudo, somei, subtrai, multipliquei e depois dividi, engoli seco e me despedi. Ficou sem resposta e não sei se notou o meu desconforto.
Esta é a tônica do capitalista puro, movido a patrimônio e dinheiro, sem outras preocupações. Esse tipo só entende a linguagem do lucro, não se importando se o lucro é justo, é legal, é social, coletivo ou individual.
Só se interessa em fazer crescer o seu patrimônio particular, e isso, pra eles, é sinônimo de sucesso perante os demais cidadãos, numa apologia perene ao “ter mais”, “poder mais”,  e sentir-se importante por isso.
Dostoiévski
“As coisas mais insignificantes têm, às vezes, maior importância e é geralmente por elas que a gente se perde.”
Eu que sempre busquei estudar a ciência política, me ocupei de tentar entender, Maquiavel, Freud, Dostoiévski, Rousseau com a sua obra mais importante, “O contrato social”, tive que ouvir alguém dizer que o bom gestor público é quem faz valorizar o patrimônio particular das pessoas.
O mundo evoluído se orienta politicamente através de indicadores como o IDH- Índice de Desenvolvimento Humano, que mede o quanto cada pessoa evoluiu como pessoa, o quanto teve acesso ao conhecimento, à ciência, à tecnologia, para se ilustrar enquanto gente e aprender a dirigir a sua vida dentro dos fundamentos da consciência coletiva. O quanto cada indivíduo evoluiu no seu conteúdo social, tem que ser mais importante do que o quanto valorizou o patrimônio da cada um. Isso eles não aceitam e chamam a preocupação com o coletivo de idiotice.
Se o coletivo fosse mais importante, a escola pública seria melhor do que a escola particular, a segurança pública seria suficiente, a saúde pública não exigiria que os cidadãos comprassem convênios particulares, e os ricos não teriam o que fazer com as suas riquezas a não ser esnobar os pobres. De que valeria o dinheiro se o poder público fizesse o que prometem, as leis, as regras de convivência social e as promessas políticas de épocas de eleição?
Como se aproxima o tempo de elegermos prefeitos e vereadores, resolvi escrever esta matéria para deixar evidente que se o voto for direcionado a candidato que possa realizar melhor a satisfação das necessidades coletivas e não o desejo particular dos capitalistas ortodoxos, o homem vai se libertar dessa promiscuidade intelectualizada que se caracteriza na fome de ter patrimônio para resolver os problemas que deveriam ser resolvidos pelo poder público. Pra que dinheiro se a escola pública fosse boa? Pra que dinheiro se se a saúde pública fosse suficiente?  Pra que dinheiro se não fosse necessário contratar seguros caros para proteger o que o poder público protegeria se fosse eficiente?
Não se pode afirmar que a riqueza seja ruim, mas há de se ponderar que ela deva ser considerada importante somente depois que os outros valores forem colocados à sua frente, e o coletivo se tornarletivo foa ser considerada depois que se os outros valores forem colocado na frente e o coletivo for mais importante do q mais importante do que o privado.
Alguns velhos casais que formaram grandes patrimônios não conseguem conviver com a ideia de morrer e deixar tudo por ai, e por isso sofrem com o medo da morte. No caixão só cabe o corpo.
João Lúcio Teixeira
Jornalista- MTB- 83.284




terça-feira, 19 de julho de 2016

TEM UM PRE-CANDIDATO FORTE EM CARAGUÁ QUE

Foi um dos primeiros a escolher os eu vice, mas está quase tudo certo para que o vice precipitadamente escolhido seja trocado. Quem viver verá.

ILHABELA PODE SURPREENDER

Os levantamentos de opinião pública estão mostrando extraoficialmente que há pelo menos três nomes no páreo e pode dar zebra na Ilha. O vereador Sampaio pode ser um dos nomes bem aceitos. Claro que não é pesquisa e nem se podem fazer pesquisas por ora, mas extraoficialmente o Brasil todinho faz os seus testes de popularidade que servem de indicação para se ser ou não ser candidato. Quem acha que politico anda com os olhos fechados enganam-se o povo mede milimetro a milimetro os seus passos.

PODE OCORRER UMA MUDANÇA NO QUADRO DE CANDIDATOS A PREFEITO EM CARAGUÁ

A surpresa vai ser um estouro no meio político. Assim que pudermos vamos publicar. Quem viver verá o abalo que o fato vai causar.

CADASTRE O SEU E-MAIL

Quem quiser fazer contato direto comigo sobre as eleições de 2016, pode cadastrar o seu e-mail junto ao meu que estará se propondo a nos ajudar a eleger algum vereador sério.
Basta me mandar uma mensagem manifestando o seu desejo de fazer parte da minha lista de e-mails que estaremos juntos fazendo a campanha gratuitamente de algum candidato de verdade que vai nos representar com caráter.  joaolucioteixeira@gmail.com

A PROPAGANDA ELEITORAL PELA INTERNET VAI DAR BODE

Propaganda eleitoral na internet vai fazer chover denúncias na justiça eleitoral. O uso de divulgação por e-mail não vai permitir a veiculação de propaganda eleitora daquele jeito que os ricos faziam. Pagavam a alguém para que remetesse mensagens para milhões de pessoas, contidas em endereços de e-mail comprados. Isso não pode mais. As mensagens somente poderão ser enviadas a e-mail cadastrado gratuitamente pelo candidato, partido ou coligação. Quem usar a esperteza pode ser eleito e não conseguir tomar posse.
Os "trens pagadores" vão ter que gastar sola de sapatos e andar até a perna ficar fina. Pra alguns burgueses preguiçosos a campanha podoerá ser um grande sofrimento.  kkkkkkkk.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

DESEMPREGO É UMA CRISE OU UMA TENDÊNCIA?

As fábricas e os equipamentos de produção de modo geral, se instalavam em galpões que durante o século XX, especialmente por volta de 1970, eram a cada vez maiores para acomodar mais empregados, nas empresas que cresciam rapidamente. Era o que chamavam de milagre brasileiro, que fazia do Brasil um país em desenvolvimento rumo ao primeiro mundo. Essa forma de desenvolvimento exigia mais vias de acesso e mais meios de transporte, para facilitar a locomoção dos trabalhadores nos grandes centros, o que foi gradativamente gerando os constantes congestionamentos e reclamações frequentes em relação aos desconfortos resultantes da impossibilidade de que todos pudessem se sentir satisfeitos nos seus anseios. Os custos do transporte também pesam no bolso dos trabalhadores e dos empregadores. A qualidade de vida foi prejudicada, pelas horas de duração das viagens entre a residência e o trabalho. A par de tudo isso surgem as necessidades de os trabalhadores conseguirem melhores rendimentos para compensar o desconforto. Os sindicatos de trabalhadores foram fortalecidos e o custo da mão de obra passou a ter peso significativo na produção industrial ou na produção de serviços. Novos direitos foram concedidos aos trabalhadores, como vale transporte, vale refeição, e outros, além do risco que foi transferido aos patrões e à previdência social, de serem responsabilizados pelos danos sofridos por trabalhadores nos casos de acidentes ocorridos no percurso de casa para o trabalho. O mundo globalizou-se, as fronteiras comerciais foram praticamente eliminadas e as relações entre os países ficaram mais abertas, o que provoca dificuldades aos países que tenham custos mais altos na sua produção de bens destinados à exportação. 
Charles Chaplin previa
as dificuldades do processo
de produção seriada.
Há analistas de renome defendendo a ideia de que os grandes galpões industriais devam ser reduzidos de tamanho, o que vai resultar numa redução na quantidade de empregos formais, hipótese derivada do uso da tecnologia dos computadores e da eletrônica. Muitos profissionais que hoje trabalham em regime de jornada diária em alguma unidade de produção do tipo tradicional, vai trabalhar em regime de terceirização de mão de obra e quem sabe ganhar mais do que se tivessem que se deslocar diariamente às grandes distâncias, onerando o sistema viário das cidades e possivelmente irão ganhar melhor e gastar menos para trabalhar.
O mundo segue rumo à redução de custos e quem sabe a relação de trabalho tradicional seja substituída por uma nova relação que será contada não por horas de trabalho, mas por tarefas realizadas.
As soluções urbanísticas deixam de ser apenas técnicas e passam a ser acima de tudo humanísticas de forma a considerar o ser humano tanto pelo lado profissional como pelo seu conteúdo emocional. Essa máquina de fazer coisas, em que foi transformado o homem, deverá ser revertida em seres emocionais que além do trabalho possam ter tempo de serem felizes e de fazerem felizes as pessoas que os cercam. O chefe de família, seja ele homem ou mulher, deixará de ser mero provedor, ou pagador de contas, para ser um membro efetivo do núcleo familiar, e assim estreitar os laços de afetividade. 
O novo mundo do trabalho vai remunerar a eficiência, e quem conseguir resolver as suas tarefas mais rapidamente poderá utilizar o tempo restante em atividades que lhes possam aprimorar os conhecimentos ou em atividades que lhes aumentem o prazer de viver.
O atual nível de desemprego pode não ser apenas uma crise, mas um indicador de que o mundo do trabalho está mudando e quem sabe para melhor.

João Lúcio Teixeira

segunda-feira, 11 de julho de 2016

COMPRAM-SE LIVROS USADOS

Se você possui uma biblioteca que já não tem mais utilidade, podemos verificar a possibilidade de arrematar todos os livros ou somente os que você desejar dispor.
Contato joaolucioteixeira@gmail.com

ONDE ANDA A INSPIRAÇÃO “BRASILEIRISTA”?

ONDE ANDA A INSPIRAÇÃO “BRASILEIRISTA”?
Nos últimos dias eu me surpreendi confuso sobre o que escrever para publicar no meu blog que existe há cerca de dez anos desde a primeira edição. Os meus textos sempre versaram sobre política em forma de crítica aos desmandos e as mazelas dos gestores públicos em geral.
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PATRIOTA CONVICTO
Ai, eu percebi que o tema perdeu a graça a partir do momento em que todas as mídias nacionais, escrita, televisada e falada, passaram a divulgar os resultados das operações da polícia federal que vem desvendando os mistérios da corrupção. São políticos presos e soltos, delações premiadas em que uns entregam os outros, e o tema virou algo que nem telefone celular que todo mundo tem acesso. Banalizou-se o tema.
Há uns dez anos eu já falava nos meus programas de rádio, que ainda iria ver o Brasil livre dos corruptos, e na rua me chamavam de poeta, sonhador, inocente político, e muito mais, só porque eu acreditava que os corruptos iriam pra cadeia. Desde que eles começaram a ser presos e afastados dos cofres públicos, a usarem tornozeleiras eletrônicas e coisas assim, eu fiquei sem assunto. Perdi o mote.
Então hoje eu acordei e fiz uma comparação das minhas manifestações de indignação com as manifestações dos artistas brasileiros, nos anos sessenta, Caetano, Gil, Vandré, Ivan, Rita, Milton, Taiguara e outros, que tinham enormes doses de inspiração quando havia ditadura e que depois de passado o pesadelo, eles ficaram sem assunto. Nunca mais se fez algo do tipo “Coração de estudante”, música que marcou a morte do Tancredo, ou “Caminhando contra o vento” cujo título é “Alegria Alegria”, que marcaram a era dos festivais de música popular brasileira. Acabou a ditadura acabou a inspiração, tal qual acontece agora, quando se aproxima o fim da era da corrupção, dos malandros que se elegem com dinheiro roubado dos cofres públicos, e dos espertalhões que desviam dinheiro da merenda escolar, da saúde, da educação, através de contratos safados.
A gente fica feliz porque eles estão sendo presos, mas ao mesmo tempo, ficamos como os filhos de pais que morrem ou de pais que são presos e deixam os filhos sem proteção. O Pior é que estamos sentindo que não temos nada de bom pra colocar no lugar desses bandidos. Ressalvem-se os políticos honestos.
Perdemos as referências e eles, os desonestos, perderam a liberdade de roubarem sem ser notados, mas a nossa inspiração de escrever, assim como a de votar, estão em crise. O eleitor está sem rumo e o escritor sem inspiração.
Votar em quem, e escrever o que?
Isso mostra que todo o fim de era, gera um vazio que o brasileiro está experimentando atualmente. Estamos enjoados de política e a nossa motivação bem merecia que a palavra “política” fosse banida do dicionário e substituída por algum termo menos nojento.
O que esses bandidos fizeram conosco!

João Lúcio Teixeira

quinta-feira, 7 de julho de 2016

UM BRASIL QUE RESSURGE DAS CINZAS

Quando tudo parecia estar perdido, nasce um juiz negro cheio de “marra” que resolve dar um pontapé inicial no jogo da luta contra a corrupção no Brasil. Joaquim Barbosa, o mesmo sobrenome do Ruy Barbosa que lá atrás também prestou irrelevantes serviços ao povo brasileiro. O Joaquim enfrentou com a faca nos dentes os primeiros malfeitores surpreendidos pela justiça. Os “mensaleiros” foram pra cadeia e alguns estão encontrando enormes dificuldades para saírem da prisão.
Quando o Joaquim resolveu aposentar-se precocemente, o Brasil sentiu que perdia o seu ícone da esperança, um importante guardião da moral política nacional. Era o prenúncio do fim de uma grande esperança. Ele se foi, deixou o cargo de ministro do supremo tribunal federal e partiu para o anonimato, aparentemente casado do combate. Quem achou que a guerra estava acabando logo viu que o Barbosa fez de forma discreta uma simples passagem de bastão, como nas corridas de revezamento, em que os corredores cumprem um trajeto e passam o bastão para outro que vai seguir levando a esperança de medalha.
Se tudo parecia silêncio, como na lenda da Fênix surge das cinzas o juiz Moro que agarrou o bastão e tocou pra frente a corrida contra a corrupção. Se o Barbosa foi um grande atleta, Moro pode superá-lo e quem sabe repassar o bastão para alguém com mais pique, que ali na frente o aguarda ansiosamente.
Ministros de estado, senadores, deputados, governadores, e muito mais, todos dormindo sob a assombração e o medo de que a manhã às seis horas a polícia federal poderá estar batendo em suas portas. Alguns, aqueles mais audaciosos que fizeram o diabo para estarem hoje no poder, nem dormem direito, a menos que tomem soníferos fortíssimos, se droguem ou se embebedem. Quem diria que esses agentes do mal poderiam ser incomodados no seu tranquilo sono da impunidade. O Brasil mostra ao mundo que é um país safado, mas mostra também que não há mais impunidade por aqui.
Os prefeitos e vereadores andam com a pulga na orelha porque o castigo está vindo, não a cavalo como se dizia, mas de avião. Há vereadores que estão no cargo e são movidos à propina, e há prefeitos que fizeram tanta sujeira para seguirem no cargo que ao verem o castigo se aproximar andam tomando um monte de “porcariadas”, como diria a minha mãe, para conseguirem dormir. Hoje uma notícia importante alegrou o Brasil quando o Cunha, um dos maiores corruptos da história moderna do Brasil, renunciou chorando, ao mandato de presidente da câmara federal, e começa a ver o seu circo de papel ruir sob um enorme temporal.
Eu falava no rádio que ia ver o Brasil livre desses vermes e a profecia começa a ser realidade. Viva o brasil que vai voltar a ser Brasil.

João Lúcio Teixeira

quinta-feira, 23 de junho de 2016

EMPRÉSTIMO CONSIGNADO É FONTE DE PROPINA

Logo de manhã, as rádios que sempre ouço ao acordar noticiavam a prisão do ex-ministro do governo Lula, Paulo Bernardo marido da senadora Gleisi Hoffmann uma das defensoras da presidente afastada Dilma Rousseff no processo de impeachment. Paulo foi preso sob a acusação na operação “lava jato” de participação em esquema de corrupção no sistema de empréstimo consignado tão alardeado nos últimos tempos no Brasil. Os bancos emprestam o dinheiro a algum servidor públicos ou aposentado do sistema previdenciário e recebem através dos descontos em folha de pagamento com garantia total de receberem de volta o dinheiro emprestado com juros e correção, sem o risco da inadimplência, já que descontado garantidamente na folha de pagamento. Para conseguir dinheiro o interessado não precisa ter nome limpo e nem fiador.
Em princípio parece algo que favoreça aos idosos que poderiam usar o recurso para viajar, comprar remédios, pagar por cirurgias e próteses não cobertas pelos SUS, só que atrás dessa cortina aparentemente inocente existe um processo de exploração familiar, em que filhos e netos desocupados, sem profissão e muitas vezes, bandidos, usam desse recurso para compra de telefones caros, motos, e até agridem os idosos para obrigá-los a fornecer dinheiro. Sem proteção o idoso acaba coagido a fazer empréstimos para satisfazer os desejos de seus parentes que não estudam, não trabalham e nem produzem nada de útil para a humanidade. São os parasitas sociais.
Nos últimos anos viu-se um certo aumento nas facilidades de abertura desse crédito consignado que nem exige que o cidadão tenha o nome limpo, porque o pagamento é garantido na folha de pagamento e as razões não se explicavam, para essas facilitações. Agora, com a operação “lava jato” que culminou na prisão do ex-ministro, do PT, Paulo Bernardo veio à tona o esclarecimento. A polícia descobriu que para cada empréstimo concedido havia uma taxa de abertura do crédito que era paga em favor da empresa CONSIST contratada para operacionalizar os empréstimos, e a taxa por ela cobrada era direcionada para pessoas ligadas ao ministério do planejamento conduzido pelo Paulo Bernardo, e os percentuais considerados propina chegavam a 70% da arrecadação e eram entregues aos agentes públicos e políticos valores que somaram   mais de 100 milhões de reais. Paulo Bernardo aparece como principal beneficiado do sistema. Por isso foi preso e teve a sua casa visitada por policiais federais através de mandados de busca e apreensão expedido pela justiça.
O fato caiu como uma bomba no colo do PT que já tem colecionado muitos descontentamentos nos últimos tempos.
A verdade da política brasileira é que, sem dinheiro não se consegue ganhar votos suficientes em eleições milionárias, que geralmente são vencidas por quem tem mais dinheiro e que depois acaba retirando dos negócios público e dos cofres públicos, de volta, o dinheiro gasto nas eleições com lucros exorbitantes. Política virou negócio e negócio de má qualidade moral e o sistema democrático estaria em cheque diante de tantas falcatruas. Será isso democracia?

Pior é que parece não sobrar ninguém. O PT está pagando o preço de ter destruído a esperança de que, uma vez no poder, poderia fazer diferente.

O PT PAGA O PREÇO DA DECEPÇÃO POPULAR

Logo de manhã, as rádios que sempre ouço ao acordar noticiavam a prisão do ex-ministro do governo Lula, Paulo Bernardo marido da senadora Gleisi Hoffmann uma das defensoras da presidente afastada Dilma Rousseff no processo de impeachment. Paulo foi preso sob a acusação na operação “lava jato” de participação em esquema de corrupção no sistema de empréstimo consignado tão alardeado nos últimos tempos no Brasil. Os bancos emprestam o dinheiro a algum servidor públicos ou aposentado do sistema previdenciário e recebem através dos descontos em folha de pagamento com garantia total de receberem de volta o dinheiro emprestado com juros e correção, sem o risco da inadimplência, já que descontado garantidamente na folha de pagamento. Para conseguir dinheiro o interessado não precisa ter nome limpo e nem fiador.
Em princípio parece algo que favoreça aos idosos que poderiam usar o recurso para viajar, comprar remédios, pagar por cirurgias e próteses não cobertas pelos SUS, só que atrás dessa cortina aparentemente inocente existe um processo de exploração familiar, em que filhos e netos desocupados, sem profissão e muitas vezes, bandidos, usam desse recurso para compra de telefones caros, motos, e até agridem os idosos para obrigá-los a fornecer dinheiro. Sem proteção o idoso acaba coagido a fazer empréstimos para satisfazer os desejos de seus parentes que não estudam, não trabalham e nem produzem nada de útil para a humanidade. São os parasitas sociais.
Nos últimos anos viu-se um certo aumento nas facilidades de abertura desse crédito consignado que nem exige que o cidadão tenha o nome limpo, porque o pagamento é garantido na folha de pagamento e as razões não se explicavam, para essas facilitações. Agora, com a operação “lava jato” que culminou na prisão do ex-ministro, do PT, Paulo Bernardo veio à tona o esclarecimento. A polícia descobriu que para cada empréstimo concedido havia uma taxa de abertura do crédito que era paga em favor da empresa CONSIST contratada para operacionalizar os empréstimos e a taxa por ela cobrada era direcionada para pessoas ligadas ao ministério do planejamento conduzido pelo Paulo Bernardo, e os percentuais chegavam a 70% da arrecadação as propinas recebidas pelos agentes públicos e políticos. Paulo Bernardo aparece como principal beneficiado do sistema. Por isso foi preso e teve a sua casa visitada por policiais federais através de mandados de busca e apreensão expedido pela justiça.
O fato caiu como uma bomba no colo do PT que já tem colecionado muitos descontentamentos nos últimos tempos.
A verdade da política brasileira é que, sem dinheiro não se consegue ganhar votos suficientes em eleições milionárias, que geralmente são vencidas por quem tem mais dinheiro e que depois acaba retirando dos negócios público e dos cofres públicos, de volta, o dinheiro gasto nas eleições com lucros exorbitantes. Política virou negócio e negócio de má qualidade moral.

Pior é que parece não sobrar ninguém. O PT está pagando o preço de ter destruído a esperança de que, uma vez no poder, poderia fazer diferente.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

AGUILAR JÁ DEFINIU A SUA CHAPA

Segundo fontes de boa confiabilidade o Aguilar que seria o candidato a prefeito de Caraguá pelo PMDB, tendo encontrado dificuldades para viabilizar o seu nome tendo em vista as limitações da lei de ficha limpa, que impede candidaturas de pessoas com contas rejeitadas de mandatos anteriores, ele resolveu indicar o seu filho José Pereira de Aguilar Junior para substituí-lo nessa oportunidade. O Junior deverá usar o nome do pai e assim amealhar votos das pessoas que admiram o Aguilar pai pelo seu passado de político popular.
Rola nas ruas e as fontes são confiáveis que o vice do Junior é o Capitão Campos Junior do PPS, que irá compor a chapa de prefeito e vice.
Ao que se avista, trata-se de duas pessoas de boa reputação, mas de muito pouca popularidade, o que poderá pesar na disputa. Contudo há que se admitir que podem fazer uma boa eleição em Caraguatatuba.
Do outro lado, o Gilson Mendes que segue sendo o indicado pelo atual prefeito, escolheu um nome bem popular para ser o seu vice, e se for mesmo verdade que o prefeito vai apoiar o Gilson e o vice seja confirmado o Baduquinha, a falta de popularidade do Gilson pode ser suprida em parte pela do Baduca que circula em todos os meios com facilidade.
Outros nomes que estão postos é o do, Nivaldo Alves, ex secretário de esporte, o médico José Ernesto que pretende concorrer pelo SOLIDARIEDADE e o do Álvaro Alencar que vai concorrer pelo PPL, o nome do João Lúcio depende de confirmação, mas ele não demonstra animação. Prefere declarar apoio ao Álvaro.
Comenta-se que o Lelau poderá ser candidato pelo PMB.
É bom lembrar que Caragua não tem segundo turno e quem tiver mais votos na primeira eleição leva o troféu. Segundo turno só em cidades com mais de 200 mil habitantes.

ELEIÇÕES EM CARAGUATATUBA

Existem pré-candidatos divulgando informações que não são verídicas sobre a participação do PROS no pleito deste ano em Caraguatatuba. O presidente do PROS é o João Lúcio que está compromissado com a candidatura do Álvaro Alencar a prefeito, e não existe nenhum outro movimento diferente em torno da sigla PROS. As conversas são entre o PPL, PROS e em paralelo o PT.
Outras siglas não conversaram com o PROS que está aberto ao debate desde que seja de forma adulta e responsável e desde que não se perca o senso do interesse público .